Como a CBS sobreviveu ao rádio, ao domínio da TV e a uma fusão de bilhões de dólares com a Skydance

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Começou como uma rede de rádio em 1928. O nome era Columbia Broadcasting System. William S. Paley dirigiu. Ele teve uma ideia simples que mudaria a mídia para sempre. Dê programação às emissoras gratuitamente. Faça com que essas estações transmitam programas patrocinados. Em troca, eles lhe deram receita publicitária.

A estratégia funcionou. Rápido.

Paley ocupou 22 estações. Dez anos depois, ele tinha 114. A década de 1940 viu picos massivos de audiência. Fred Allen era engraçado. Bing Crosby foi tranquilo. Kate Smith era amada. O público sintonizou.

Depois veio a televisão. A rede não apenas sobreviveu à mudança. Dominou. Jack Benny. Ed Sullivan. Lucille Bola. Carol Burnett. Maria Tyler Moore. E Walter Cronkite. Quando as notícias precisavam ser confiáveis, as pessoas assistiam à CBS. Na década de 1970, era o rei das ondas de rádio.

Mas os impérios ficam complexos.

Na década de 1960, os executivos pensavam que podiam fazer tudo. Publicação. Brinquedos. Diversificar ou morrer, certo? Errado. A maioria desses empreendimentos fracassou. Um conseguiu. Registros da Colômbia. Tornou-se uma vaca leiteira. Eventualmente, a empresa vendeu o lixo não radiodifundido em 1985. De volta ao básico.

Isso não impediu o declínio. As avaliações caíram. O número das estações diminuiu. O mercado estava mudando. Cable estava subindo. Em 1995, a CBS foi vendida para a Westinghouse Electric Corp.

Westinghouse renomeou-se como CBS Corporation. Depois, a Viacom comprou-a em 2000. Seis anos depois, os reguladores forçaram uma divisão. A CBS ficou sozinha novamente. Então, em 2019, eles se fundiram novamente. ViacomCBS.

O nome mudou novamente em 2022. Paramount Global.

Agora, a história fica maior. Em 2025, a CBS tornou-se o carro-chefe de uma nova entidade. Corporação Paramount Skydance. O negócio valia US$ 8 bilhões. Uma fusão massiva com Skydance Media. George Cheeks permaneceu como presidente e CEO.

Então, onde isso deixa a CBS? Ainda é a rede que deu início a tudo. Ainda navegando em um cenário de mídia que não se parece em nada com os anos 1950. Os nomes mudam. Os proprietários mudam. A tecnologia muda. Mas a questão permanece a mesma. Como você mantém o público assistindo quando todo o resto está mudando sob seus pés?

A resposta não está nos livros de história. Está no que acontece a seguir.